Horas extras no ensino digital: o que diz a Justiça
O Tribunal Superior do Trabalho analisou recentemente um caso importante envolvendo professores que, além de dar aulas, passaram a realizar diversas tarefas em plataformas digitais. Entre elas: postar materiais, lançar frequência, preparar conteúdos digitais e interagir com alunos fora do horário de aula.
A decisão destacou que essas atividades não se confundem com a preparação de aulas, provas ou correção — já incluídas no salário do professor. Na prática, ficou reconhecido que se tratava de um acréscimo de atribuições e aumento da carga de trabalho.
Portanto, se você, professor ou professora, desempenha atividades digitais que vão além da preparação normal de suas aulas, esse trabalho pode sim configurar direito a horas extras.